5 dúvidas mais comuns de quem quer fazer uma cirurgia plástica

5 dúvidas mais comuns de quem quer fazer uma cirurgia plástica

O Brasil pode não ter ganhado a Copa do Mundo de Futebol em 2014, mas foi campeão em outro quesito: o de cirurgias plásticas. Com 1,49 milhão de procedimentos realizados em 2013, o país registra crescimento médio de 10% todos os anos no setor. E deve continuar assim.

No entanto, tamanha popularidade não significa o fim de medos, dúvidas e até tabus de quem decide parar de brigar com o espelho e se submeter a intervenções disponíveis no mercado. Mas nada de pânico! Acompanhe este post, onde esclareceremos 5 dúvidas muito comuns de quem quer fazer algum tipo de cirurgia plástica.

Já tenho idade para isso?

Em geral, as recomendações de especialistas sustentam que procedimentos como implantes de silicone e lipoaspirações devem acontecer somente a partir dos 18 anos, quando as transformações do corpo motivadas pela puberdade já estarão estáveis.

No caso das rinoplastias (correções no nariz), que em muitos casos têm como motivação dificuldades respiratórias, a faixa etária ideal cai para 16 anos. Já as correções das chamadas “orelhas de abano” podem acontecer ainda na infância, a partir de 4 aninhos.

No entanto, mais do que números no seu RG, o que define a possibilidade — ou não — de intervenções cirúrgicas são seu amadurecimento emocional e sua saúde física. Quem diagnostica isso? O cirurgião, que quer — acima de tudo — garantir o seu bem-estar. No caso de menores de idade, conversas francas entre paciente, responsáveis e profissional levarão ao “veredicto” final.

Como escolher meu cirurgião?

Você não vai a qualquer salão de beleza, nem entrega seus cabelos à primeira pessoa que diz lidar bem com uma tesoura, certo? Da mesma forma, é importante pesquisar e analisar bem os perfis dos cirurgiões disponíveis no mercado. Lembre-se: diferente de uma madeixa de cabelo que cresce, erros em procedimentos cirúrgicos podem causar danos irreversíveis.

Portanto, antes de tudo, tenha calma e corra atrás de informações. Pesquise indicações e recorra a grupos de internet sobre cirurgias plásticas. Questione qualificações, especialidades, resultados e suporte oferecidos por cada médico — incluindo desde as consultas até a realização dos exames, cirurgia em si, internação e socorro em caso de emergências. Não deixe, claro, de checar se ele é associado ou não à Sociedade Brasileira de Cirurgia Plástica.

Também vale pesquisar preços. Desconfie de quem oferece serviços com valores muito abaixo do mercado. Na hora de falar com o profissional, solicite fotos com “antes e depois” de pacientes, peça para ver instalações e questione sobre contratos e garantias.

Corro riscos?

Como qualquer outro procedimento cirúrgico, intervenções estéticas também oferecem riscos. No entanto, contar com serviços de atendimento e internações seguros, conversas francas com seu médico, obediência às orientações dele, realização de exames e hábitos saudáveis — xô, vícios como cigarro, hein? — fazem toda a diferença.

Quando se fala nesse assunto, também é importante considerar suas motivações e expectativas. Afinal, na palavrinha “erro” também está incluído, na mente dos pacientes, o receio sobre não gostarem do resultado.

Antes de entrar no consultório, questione-se: quer fazer a cirurgia para sanar algo que incomoda há muito tempo ou tomou a decisão por impulso? Está ciente de que seu corpo é diferente daquele da celebridade que você quer copiar?

Posso voltar à rotina logo depois?

Com imperfeições corrigidas, tudo o que você mais quer é ver e mostrar resultados para todo mundo. Em alguns casos, a vontade é de correr para a praia e expor o corpo novo ou mesmo finalmente se matricular na academia para aperfeiçoar o visual ainda mais, não é mesmo?

Mas não é bem assim. Antes de poder fazer tudo isso é necessário respeitar o período de repouso, que é muito delicado e impõe algumas limitações. Exposições ao sol e a qualquer fonte de calor devem ser limitadas. Da mesma forma, esforços físicos não são recomendados e mesmo algumas posturas ao dormir são sugeridas de acordo com o procedimento realizado.

Tudo isso para evitar sangramentos, ruptura de pontos, inchaço e reações negativas do organismo, além de garantir que o processo de cicatrização seja tranquilo.

Então vai ficar cicatriz?

Sim. E isso é natural. No entanto, bons procedimentos com bons profissionais e com todos os cuidados necessários podem deixar a marca quase imperceptível.

As cicatrizes ocorrem como consequência da lesão ocorrida na pele e nos músculos durante o procedimento cirúrgico. É uma resposta comum do corpo humano que deve ser confeccionada adequadamente pelo cirurgião, garantindo que fique bem posicionada em locais por vezes escondidos; que seja fina, plana e até mesmo com coloração semelhante à da pele.

E você? Tem alguma outra pergunta sobre cirurgias plásticas? Conte pra nós através dos comentários.

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