Os problemas faciais mais comuns que podem ser resolvidos com cirurgias

Os problemas faciais mais comuns que podem ser resolvidos com cirurgias

Ninguém é perfeito. Mas nem por isso precisa se conformar com detalhes que incomodam ou causam problemas de autoestima. Principalmente nos dias atuais, em que cirurgias plásticas alcançam resultados estéticos naturais mesclando saúde, conforto e harmonia dos pacientes. Tudo isso resultado de desenvolvimento tecnológico e profissional nas últimas décadas. E tamanho benefício se estende também a pessoas que recorrem a procedimentos desse tipo em busca de algo além das pazes com o espelho: qualidade de vida.

Neste post vamos mostrar um pacote de informações sobre problemas faciais que podem ser resolvidos com operações simples, de recuperação nada complexa — desde que as recomendações médicas sejam seguidas, claro — e com resultados excelentes tanto para quem está nos primeiros anos de vida quanto para quem já chegou a melhor idade. Confira:

Lábio leporino e fenda palatina

Lábio leporino e fenda palatina são problemas ligados à má formação gestacional. O primeiro corresponde à divisão vertical do lábio superior do bebê e é resultado de processo inacabado na união entre os dois lados do rosto do feto. Nestes casos, a fissura labial pode interferir em questões como a nutrição infantil já no processo de amamentação. Além disso, também podem haver danos a processos que vão desde a respiração à fala, passando também por influências negativas na dentição.

Já a fenda palatina ocorre quando a criança nasce com o céu da boca rompido. Nesse caso, é preciso aguardar um pouco mais antes de submeter o bebê a uma intervenção cirúrgica: em geral, a recomendação médica é de que o palato seja reconstruído somente após o primeiro ano de vida do neném, garantindo que não haja interferências no desenvolvimento ósseo infantil nesse período.

Orelhas de abano

Quem apresenta orelhas desproporcionais, anatomicamente maiores e com angulação “aberta” — classificadas popularmente como “de abano” — pode corrigir o problema ainda na fase infantil, a partir de 5 ou 6 anos de idade, faixa etária em que o crescimento das orelhas desacelera.

O procedimento de correção, chamado de otoplastia, pode ser baseado em retirada de pele ou de cartilagem para chegar à aparência equilibrada. Trata-se de cirurgia rápida, finalizada após cerca de 45 minutos. Quanto aos resultados, são quase 100% visíveis aproximadamente 15 dias depois, quando os pontos da cirurgia são retirados. A cicatriz resultante da operação fica atrás das orelhas, em sulco próximo ao crânio, e é praticamente invisível.

Má formação do esqueleto

Alguns problemas dentais podem ser resolvidos com aparelhos ortodônticos e acompanhamento de profissionais do setor. No entanto, há casos em que desvios da dentição são consequências de desvios que vão além da arcada dentária e esbarram na má formação do esqueleto na face.

Nesse caso, torna-se necessário recorrer a tratamentos orto-cirúrgicos, isto é, envolvendo tanto dentistas quanto cirurgiões. Os primeiros na confecção de aparelhos para intervenções prévias; os últimos, na realização das chamadas cirurgias ortognáticas.

Ao contrário dos procedimentos anteriores, que podem ocorrer ainda na infância, este é recomendado a partir dos 17 ou 18 anos, quando os ossos da face estão totalmente formados e podem ser corrigidos definitivamente.

Essas cirurgias são indicadas a pessoas que sofrem, por exemplo, com retração e protusão da mandíbula, transtornos que interferem diretamente em atos como o de mastigação ou fatores como autoestima. As intervenções ortognáticas demandam internações de, no máximo, 24 horas ao paciente.

Lifting facial

O lifting facial é uma opção estética rejuvenescedora. Se anos atrás correções de vincos, sulcos e rugas significavam cirurgias que esticavam a pele e transformavam o rosto em um produto artificial, hoje se baseiam em técnicas que incluem rearranjo da musculatura e retirada de excessos.

Resultado: aparência renovada, harmônica e natural. É importante lembrar, porém, que rejuvenescer não significa operar milagres que devolverão ao paciente a juventude perdida. O termo diz respeito a possibilidades realistas de amenizar sinais de envelhecimento e retardá-los em pontos cruciais.

Essas cirurgias têm duração variável entre duas e seis horas — dependendo de cada caso — e terminam com cicatrizes pequenas, estrategicamente posicionadas para causar o mínimo de incômodo pós-operatório e pouquíssima visibilidade.

E você, já realizou algum desses procedimentos? Ficou com alguma dúvida? Escreva para a gente através dos comentários!

 

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