Para que servem os implantes faciais?

Para que servem os implantes faciais?

Não há parte do corpo mais intensa e expressiva que o rosto. É ele que transmite a maioria das mensagens emocionais — mesmo as que tentamos esconder — com um arquear de sobrancelhas, um franzir de testa, uma pressão nos lábios, um sorriso. E mínimos detalhes ou pequenas alterações podem fazer toda a diferença, não é mesmo?

Da maquiagem a intervenções estéticas, são muitas as opções no mercado para transformar a face: a primeira em curto prazo. A segunda, em períodos prolongados ou mesmo definitivos. Aderir a uma delas depende das razões e intenções de cada indivíduo — além do aval médico em certas situações, claro.

Quem tem manchas na pele, por exemplo, pode recorrer a estratégias cosméticas. Mas também há quem lide com questões mais complexas, como linhas profundas de envelhecimento, sinais de má formação ou mesmo sequelas de ferimentos graves. E nesses casos, implantes faciais surgem como possíveis soluções.

Quer saber mais sobre este assunto? Então continue lendo este post, pois preparamos um dossiê sobre esses procedimentos para você. Confira!

Implantes Injetáveis

De natureza mais simples, intervenções desse tipo têm como foco preencher sulcos, rugas e linhas de envelhecimento no entorno dos lábios, no cenho, ao redor dos olhos e mesmo no pescoço, sendo funcionais tanto para sinais ainda superficiais quanto para os mais profundos. Dependendo de cada caso avaliado clinicamente, os implantes injetáveis podem estimular a formação de colágeno, preencher depressões ou nivelar a pele em áreas selecionadas.

Essas técnicas também são utilizadas para sanar cicatrizes deixadas por acnes ou para dar volume em áreas desproporcionais que podem incluir, por exemplo, a mandíbula. Trata-se de uma possibilidade eficaz e com preços mais baixos quando comparados a outros valores atribuídos a ações cirúrgicas. No entanto, tem durabilidade reduzida, oscilando entre 6 e 18 meses.

Implantes cirúrgicos

Em contrapartida às injeções, esses recursos — sintéticos ou não — são considerados opções definitivas na busca por contornos em proporções equilibradas, recuperação de volume facial ou combate a casos de má formação.

De forma geral, eles são utilizados para dar nova forma a bochechas, queixos e até mesmo narizes. No primeiro caso, o cirurgião abre uma incisão no interior do lábio superior ou sob dobra dos cílios inferiores para introduzir peças feitas de silicone macio, sólido ou estruturas preenchidas com substâncias porosas.

Para quem quer realizar correções no queixo o material utilizado na cirurgia plástica tem a mesma composição, mas é inserido através de pequenos cortes dentro da boca ou na parte inferior do próprio queixo.

O quadro muda no caso dos implantes nasais, nos quais o cirurgião lança mão de materiais que podem vir do próprio corpo do paciente (como cartilagens, por exemplo), ser resultado de transplante ou de origem sintética, como o já mencionado silicone. Esses procedimentos são realizados através de incisões no interior de uma ou ambas as narinas e, além de questões estéticas ou de reconstrução após lesões, também funcionam para alguns problemas com obstruções de vias nasais.

“Mas e os resultados, doutor?”

Tanto os implantes injetáveis quanto os cirúrgicos correspondem a intervenções vantajosas não só pelos efeitos conquistados, mas pela praticidade e por períodos pós-operatórios relativamente curtos e com menos limitações.

Em geral, os resultados desses procedimentos são verificados imediatamente apesar de pequenos edemas que tendem a desaparecer em no máximo 20 dias, dando aparência mais suave à face. Os músculos não são afetados pelos implantes, de modo que todos os movimentos do rosto permaneçam naturais.

Quanto às cicatrizes, no caso dos implantes cirúrgicos, elas são feitas em locais escondidos, conforme já mencionado, ou sob dobras e em áreas de difícil percepção, chegando a quase desaparecer por completo na medida em que o tempo passa. Ao paciente cabe seguir as orientações médicas sobre alimentação, cuidados com a pele e controle de algumas atividades físicas.

E então, quais desses procedimentos mais te interessam? Você já realizou algum deles? Conte pra nós através dos comentários e, claro, registre suas dúvidas também!

 

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