Saiba quais são os sintomas de rejeição de prótese de silicone para você ficar de olho

4 minutos para ler

O pré-operatório e a cirurgia não são os únicos momentos que exigem um olhar atento, o pós-operatório também é muito importante. Apesar de raro, é nessa etapa que pode acontecer a rejeição de prótese de silicone.

É fato que a evolução desse procedimento cirúrgico, a escolha de profissionais qualificados e experientes e um pós-operatório bem-feito contribuem ainda mais para evitar esse tipo de rejeição. Ainda assim, conforme mencionado, o olhar atento para qualquer sintoma fora do normal e que coloque em risco a qualidade de vida da paciente ou o sucesso da cirurgia é fundamental.

Pensando em ajudar você com essas questões, listamos os principais sintomas de rejeição de prótese de silicone, os graus de cada um deles e muito mais. Continue a leitura e descubra!

Como ocorre a rejeição de prótese de silicone?

Antes de tudo, é importante reforçar que casos de rejeição de prótese de silicone são raros atualmente, desde que a cirurgia seja realizada por profissionais capacitados e da forma correta. De qualquer maneira, os sintomas costumam aparecer nos primeiros após a cirurgia dias ou em longo prazo, após décadas, exigindo a troca da prótese, que é chamada de contratura capsular.

A contratura capsular ocorre quando o organismo da paciente que passou pela cirurgia cria uma membrana em volta da prótese na tentativa de se proteger daquele corpo estranho, já que não consegue expulsá-lo. Essa ação é comum e esperada pelos médicos, por contribuir para a fixação da prótese de mama. 

Porém, se a proteção do organismo for maior do que o necessário, é comum que surjam incômodos e as mamas mudem de formato. Nesse caso, ocorreu o encapsulamento ou a rejeição da prótese de silicone.

Quais os principais sintomas da rejeição de prótese de silicone?

Quando a rejeição da prótese de silicone ocorre, seu corpo emite alguns sinais, como seios evidenciando a assimetria, dores e endurecimento das mamas. Independentemente de quais forem os sintomas, é importante analisá-los em conjunto com os graus de rejeição.

Grau 1

Os pacientes não apresentam incômodos, e a aparência dos implantes está no formato normal e adequado, sem sinalizar fisicamente que se trata de uma mama pós-operada.

Grau 2

Ao apalpar os seios implantados, é possível sentir que existe o implante na região de forma leve. Ainda assim, não existe registro de incômodos nem alterações visíveis que apontem a existência de um problema mais sério.

Grau 3

Nesse grau, os primeiros sintomas realmente preocupantes começam a surgir: as pacientes e qualquer outra pessoa que toque na região podem detectar as próteses nas mamas. Ainda, quando os seios são analisados, a assimetria é nítida. 

Grau 4

A assimetria se torna ainda mais grave e é facilmente percebida, além de ocorrerem dores constantes e o endurecimento na região das mamas.

Como diagnosticar a rejeição de prótese de silicone?

Conforme mencionado, o olhar atento no pós-operatório é indispensável, especialmente para que, ao reconhecer alguns dos sintomas e graus citados, o médico responsável pelo procedimento seja procurado com rapidez. Assim, o profissional deve fazer exames para o correto diagnóstico e tratamento, se houver a confirmação do problema.

Em casos de sintomas de rejeição de prótese de silicone leves, a melhoria pode ocorrer com tratamentos simples e pouco invasivos. Porém, se o quadro for mais grave, é preciso trocar o implante. Mais uma vez, é preciso reforçar que casos assim são raros, desde que o procedimento seja realizado corretamente e que o paciente busque ajuda médica, caso seja necessário.

Quer saber como nós, da FGV, podemos ajudar você em procedimentos cirúrgicos? Entre em contato conosco!

Posts relacionados

Deixe um comentário